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Assembleia de Deus em Cidade Continental - Ministério do Ipiranga.

EU TENHO UMA MISSÃO!

Por Unknown | 0 comentários
17 de outubro de 2015

“Todas as nações lembrarão de Deus, o Senhor, todos os povos da terra se voltarão para ele, e todas as raças o adorarão” (Sl 22.27).

Procure ser prestativo e diligente em relação ao trabalho que lhe for atribuído. Você tem uma missão para cumprir dada diretamente por Jesus.

Em Marcos 16.15-18 vemos que Jesus apareceu aos seus discípulos e lhes deu uma tarefa que é chamada de A Grande Comissão. Ao ouvir essas palavras, os discípulos logo foram cumprir sua tarefa. Pela obediência à ordem de Deus foi que pudemos conhecer o Evangelho, pois, se não houvesse pessoas obedientes à Palavra de Deus, ele não teria chegado até nós. Evangelizar não é uma opção, mas uma obrigação de todos os que chamam Jesus de Senhor. Cada um de nós, a partir do momento em que aceita a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, passa a ter a responsabilidade de ir buscar outras pessoas para terem a mesma experiência.
Em 1 Coríntios 12.12-28, Paulo apresenta a definição do que é a Igreja, comparando-a a um corpo. Isso quer dizer que cada crente possui uma importância singular dentro do Corpo de Cristo, que é composto por vários membros de igual valor. Saiba que você é templo e habitação do Espírito Santo, e que Deus deseja usá-lo como instrumento para alcançar outras vidas em vários lugares por meio das boas novas de salvação. O “Ide” foi uma ordem de Cristo. Existem muitas maneiras de você falar de Cristo a todas as nações. Lembre-se de que a Grande Comissão é para atingir todo o mundo. Então, o seu país, o seu estado, a sua cidade, o seu bairro e a sua rua estão incluídos neste Ide.
Jesus disse: Ensinai! O propósito de Cristo não é somente que as pessoas ouçam falar dEle, que levantem suas mãos e fique por isso mesmo. Não é apenas uma grande quantidade de conversões, mas Ele deseja que as pessoas aprendam os seus ensinos e possam viver como Ele viveu. Jesus Cristo deseja que cada discípulo forme outros discípulos, ou seja, pessoas capazes de segui-lo com um compromisso diário de oração, leitura da Bíblia, comunhão com a Igreja e pregação do evangelho (Jo 8.31).
Jesus Cristo, quando anunciou a seus discípulos a grande missão da Igreja, foi muito profundo em suas palavras, determinando que não seria necessário somente semear (ir), mas também cuidar (ensinar) e colher (batizar) os frutos de um verdadeiro encontro com o Salvador. O batismo representa a dedicação da pessoa a Jesus. É uma demonstração pública de fé e do fim de uma vida de pecado para se iniciar uma nova vida de comunhão com Deus. Quem se batiza nas águas assume o compromisso de viver para o Senhor.
Para que todos as nações conheçam a Cristo, é necessário que a Igreja não pare nunca de anunciar o Evangelho por todos os lugares. Deus conta com cada crente. Há a grande necessidade de intensificar o trabalho de evangelização mundial, pois a volta de Cristo está próxima (1 Ts 5.1-3). O número de evangélicos tem crescido bastante, principalmente aqui no Brasil; mas essa não é a realidade em todo o mundo, visto que existem lugares onde nunca se ouviu falar o nome de Jesus e que não é permitida a divulgação do Evangelho. Isso nos mostra que ainda há muita coisa para ser feita. Faça a sua parte!
Jesus Cristo encerra suas palavras trazendo incentivo e conforto para seus discípulos ao declarar: “Estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28.20b). Essa é a promessa para os que se comprometem e cumprem sua ordem, ganhando almas perdidas para Cristo. Não há melhor companhia e ninguém que possa nos ajudar como Jesus. Ele cuida dos seus filhos a cada instante. Não há o que temer, pois, crendo nessas palavras, encontramos a resposta para qualquer problema que surgir à frente.
Não podemos deixar de propagar a mensagem de Cristo a todos que estão distantes e próximos de nós. Essa é a nossa missão! Jesus começou seu ministério anunciando a salvação primeiramente aos judeus. Depois, voltou-se para o mundo gentílico; pregou o evangelho, curou e libertou pessoas. A mensagem de fé e de perdão é para todos, não apenas para a nossa congregação, bairro e nação. Devemos alcançar nossa família, vizinhos e nosso povo, mas também outras nações. Anuncie as boas novas àqueles que se encontram distantes do Senhor e aos que estão afastados dos caminhos de Deus. Eles também são vidas preciosas para o Todo-Poderoso!
Quando o cristão assume seu verdadeiro papel da humanidade grandemente abençoada.

Trechos extraídos da Lição 1 da revista “Minha missão no mundo”
(Adolescentes Vencedores, Aluno 6, Ano 2 - CPAD)
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TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

Por Unknown | 0 comentários
14 de outubro de 2015


“Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis” (2 Jo 10).

O movimento Testemunhas de Jeová é uma religião que se organizou sob a égide da mentira.

Não existe uma pessoa sequer no mundo que tenha se tornado Testemunha de Jeová só pela leitura da Bíblia. Todas foram induzidas a esse erro. O que eles chamam de “estudo bíblico” é, na verdade, o estudo de A Sentinela e de outras publicações da Sociedade Torre de Vigia.
História - Charles Taze Russell, o fundador do russelismo, nasceu em 1852 nos Estados Unidos. Seus pais eram presbiterianos. Russell pertenceu à Igreja Congregacional e, a seguir, à Igreja Adventista. Em 1874, fundou formalmente o movimento russelita. Em 1879, começou a publicação do periódico Torre de Vigia de Sião, hoje chamado A Sentinela. O sucessor de Russell, Joseph Rutherford, efetuou 148 alterações doutrinárias no sistema de crença da seita. Eles começaram no Brasil em 1926. Sua sede nacional permaneceu em São Paulo, capital, até 1980. Atualmente a sede nacional encontra-se em Cesário Lange, interior do estado.
Falsas profecias: Russell profetizou que a batalha do Armagedom ocorreria em 1914. Neste ano, segundo ele, dar-se-ia também a vinda de Cristo. Mas, na referida data, nada aconteceu. Depois ele mesmo refez o cálculo, e estabeleceu o ano de 1915, e depois de 1918. Como das vezes anteriores, nada aconteceu. Ele veio a falecer em 1916. Rutherford também refez o cálculo, e estabeleceu o ano de 1925 como o início do Milênio. Isso também não se cumpriu.
Os Testemunhas de Jeová dizem que ninguém pode compreender a Bíblia sem a revista A Sentinela. Não reconhecem qualquer outra versão da Bíblia, além da sua versão deturpada chamada Tradução Novo Mundo. A Tradução Novo Mundo foi preparada para contrabandear as crenças pré-fabricadas a Torre de Vigia para o texto das Escrituras. É uma obra mutilada, tendenciosa, viciada e cheia de interpolações.
Suas doutrinas:
· Deus - O Deus dos Testemunhas de Jeová não sabe todas as coisas. Dizem que o verdadeiro Deus não é onipresente. Mas a Bíblia ensina que Deus enche todo o universo (1 Rs 8.17; Jr 23.23,24) e sabe todas as coisas (Dn 2.20-22). O Deus deles, portanto, não é o mesmo Deus da Bíblia.
· Trindade - Dizem que a Trindade é uma doutrina pagã desenvolvida por Constantino, imperador romano, no quarto século, o que não é verdade. Quando Constantino veio ao mundo, a doutrina da Trindade já estava no registro bíblico desde os primeiros capítulos de Gênesis.
· O Senhor Jesus Cristo – O Jesus dos Testemunhas de Jeová não é o mesmo da Bíblia. O apóstolo Paulo adverte os cristãos, prevenindo-nos desse “outro Jesus” (2 Co 11.4). Dizem que Jesus é igual a Satanás. O Jesus da Bíblia, porém, é igual ao Pai (Jo 5.18, 14.9). Afirmam que Jesus é o destruidor, o Abadom de Apocalipse 9.11; o Jesus da Bíblia, todavia, é o Criador (Jo 1.3; Cl 1.16). Ensinam que Jesus tornou-se Cristo por ocasião do seu batismo; o Jesus da Bíblia, contudo, nasceu Cristo (Lc 2.11). Pregam que Jesus de Nazaré não existe; mas a Bíblia diz que “Jesus, o nazareno” é vivo (At 2.22,36).
· Jesus deve ser adorado? - Ensinaram que Jesus foi adorado quando esteve na Terra e que devia continuar sendo adorado. Isso foi mudado em 1954, quando publicaram a proibição dessa adoração. Eles mudaram suas crenças, agora mudaram também as Escrituras.
· O Espírito Santo - Os Testemunhas de Jeová ensinam que o Espírito Santo é a força ativa e impessoal de Deus, negando tanto a sua personalidade como a sua divindade. A Bíblia, porém, revela o Espírito Santo como uma pessoa, a terceira Pessoa da Trindade, pois ele é Deus; “...na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2 Co 3.18). O Espírito Santo possui intelecto; Ele penetra todas as coisas (1 Co 2.10,11) e é inteligente (Rm 8.27). Ele tem emoção, sensibilidade (Rm 15.30; Ef 4.30) e vontade (At 16.6-11; 1 Co 12.11). As três faculdades, intelecto, emoção e vontade, caracterizam a personalidade.
· Salvação - Ensinam que a salvação depende de se pertencer à Sociedade Torre de Vigia e estudar seu manual de ingresso, o livro Conhecimento que Conduz à Vida Eterna. Jesus, no entanto, afirma: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14.6).
· O Inferno – Os Testemunhas de Jeová negam a existência do inferno ardente.
· O Céu – Creem que em 1935 Jeová colocou uma placa no céu, dizendo: “Não há vagas”; dividindo o rebanho em duas classes: a dos ungidos, que são apenas 144.000 membros, que representam todos os cristãos autênticos desde a fundação da Igreja até 1935. Somente estes, segundo eles, vão para o céu. Os demais são da classe da “grande multidão”, que, de acordo com o seu ensino, vão herdar a Terra. Mas a Bíblia diz que há um só rebanho (Jo 10.16; Ef 2.11-18), o céu é para todos os que creem (Jo 14.1-3) e que todos os cristãos autênticos são filhos de Deus (Jo 1.12; 1 Jo 3.1-3).
O crente que não tem por hábito frequentar a Escola Dominical, nem os cultos de doutrina, torna-se presa fácil dos Testemunhas de Jeová. Crentes que, em vez de irem à Escola Dominical, ficam em casa, correm o risco de cair nas malhas dessa perigosa seita. Devemos seguir a recomendação de João: “Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis” (2 Jo 10).

Trechos extraídos da Lição 13 da revista “Seitas e Heresias - ‘Se alguém vos anunciar outro evangelho, seja anátema’”

(Lições Bíblicas, Jovens e Adultos, 2º Trimestre de 1997 - CPAD)
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MORMONISMO

Por Unknown | 0 comentários
13 de outubro de 2015

“Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão” (Cl 2.18).

O Mormonismo é uma religião politeísta cujos adeptos usam termos cristãos com outros significados para facilitar seu trabalho de proselitismo.

O Mormonismo é conhecido como a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Já ensinaram, por exemplo, que a lua era habitada. Quanto à poligamia, defenderam-na como prática lícita. No âmbito teológico, apregoam que Jesus não foi gerado pelo Espírito Santo, que há pecados que o sangue de Jesus não pode purificar, etc.
Sua origem foi através do norte-americano Joseph Smith Júnior, seu fundador. Ele nasceu em 23 de dezembro de 1805 e morreu em 27 de junho de 1844, num cárcere. Seus adeptos alegam que, numa visão, em 1820, Joseph Smith teria visto o Pai e seu Filho Jesus Cristo. Perguntou-lhe, então, qual a religião verdadeira. Como resposta, ele teria ouvido que todas as igrejas haviam apostatado da fé, e que seus credos eram uma abominação. Há outra versão de que essa visão teria ocorrido em 1823, quando Joseph Smith tinha 17 anos. Alegam que ele recebeu a visita de um estranho anjo chamado Moroni, o qual lhe revelou a existência de um livro, escrito em placas de ouro, e que se achava no monte Cumora, nas proximidades de Palmyra, Nova Iorque. Traduzidas, as placas deram origem ao Livro de Mórmon. Na organização, a presidência da Igreja Mórmon é sua autoridade máxima, constituída de seu profeta e seus secretários. O Mormonismo jacta-se ao declarar que é a única igreja a ter profetas e apóstolos, pois mantem um quórum de 12 apóstolos. A Bíblia destrói a pretensão deles porque “profetas e apóstolos”, embora apareçam em Efésios 4.11, são as pedras que formam o fundamento da igreja, sendo Jesus Cristo a pedra angular (Ef 2.20). A Igreja tem um só fundamento (1 Co 3.11). Por isso não ordenamos ninguém a cargo de apóstolo nem de profeta. Existe um templo da Igreja Mórmon em cada país. A sede mundial está em Salt Lake, capital do Estado de Utah, EUA. Nele são realizados os rituais secretos, como o batismo pelos mortos (por isso preocupam-se com genealogias; ver 1 Co 15.39).
O Mormonismo considera o Livro de Mórmon acima da Bíblia. O artigo 8 das Regras de Fé declara: “Cremos ser a Bíblia a palavra de Deus, o quanto seja correta sua tradução; cremos também ser o Livro de Mórmon a palavra de Deus”. O livro Doutrina e Convênios contém 138 seções divididas em versículos. São as “revelações” de Joseph Smith, que tratam sobre a doutrina de Deus, da Igreja, do sacerdócio, da ressurreição, do homem após a morte e dos diferentes níveis de salvação. Batismo pelos mortos (sessões 124, 127 e 128), matrimônio celestial (seção 132.19,20), poligamia (seção 132.61,62). O livro Pérola de Grande Valor, tão conceituado entre os mórmons, já foi amplamente desmascarado como fraude, apesar de Joseph Smith alegar tê-lo traduzido milagrosamente para o inglês a partir da escrita hieroglífica egípcia.
O Livro de Mórmon e a Bíblia - A Bíblia, desde que foi escrita, nunca precisou de nenhuma alteração em seu texto. Esta é uma das evidências de que ela é o eterno e infalível Livro de Deus. Os mórmons, porém, não podem dizer o mesmo do Livro de Mórmon, que ainda não completou 200 anos. A primeira edição foi publicada em 1830 e já está com 3.913 mudanças. A origem dele não pode ser comprovada. Não existe o idioma “egípcio reformado”, mencionado ali. O Livro de Mórmon, segundo eles, foi escrito em 421 d.C. Como pôde o tal Livro reproduzir textos da versão inglesa do Rei Tiago, que só viria a surgir em 1611? Nada dos relatos do Livro de Mórmon pôde ser confirmado até hoje. Ainda não se descobriu nenhuma cidade sequer das trinta e oito mencionadas nele.
Doutrinas mormonistas:
· Deus - Os mórmons têm deuses para todos os gostos. Uma declaração básica dos livros deles afirma: “Como o homem é, Deus foi; como Deus é, o homem poderá vir a ser” (Regras de Fé, p. 389). Eles não reconhecem o conceito bíblico de Deus, e daí negam a Trindade. A Bíblia ensina que há um só Deus verdadeiro e que Ele é uno, mas subsiste em 3 Pessoas distintas (Dt 6.4; Mt 28.19; Jo 27.3).
· O Senhor Jesus Cristo – Pregam um Jesus polígamo, cuja única diferença entre Ele e nós é que Ele é primogênito. O ensino deles sobre Cristo é uma blasfêmia; inclusive negam a concepção virginal. Usam muitas palavras de fé cristã, mas com sentidos diferentes. O Jesus da Bíblia é o Criador de todas as coisas, inclusive do mundo espiritual (Jo 1.3; Cl 1.16,17). Foi gerado pelo Espírito Santo (Mt 1.18,20; Lc 1.34,35).
· Salvação - A salvação mormonista pode ser geral e individual. Geral significa que, na consumação dos séculos, os incrédulos serão castigados e depois liberados para a salvação. Individual é a salvação obtida conforme as Regras de Fé mormonistas, isto é, fé em Cristo, batismo por imersão, observância às leis e às obras, etc. Pregam que não há salvação sem a Igreja Mórmon.
· Sacerdócio de Arão e Melquisedeque - Todos os mórmons recebem o sacerdócio de Arão e depois o de Melquisedeque. A Bíblia, porém, diz que o sacerdócio de Arão foi removido (Hb 7.7-13) e o de Melquisedeque é exclusivamente de Cristo (v. 24).
Como o Mormonismo é uma seita missionária, precisamos prevenir os membros de nossas igrejas para que se precavenham, e jamais se deixem levar por esses enganos. Este é o nosso grande desafio. É necessário, pois, anunciar o evangelho de Cristo antes que a seara seja semeada com o joio.

Trechos extraídos da Lição 12 da revista “Seitas e Heresias - ‘Se alguém vos anunciar outro evangelho, seja anátema’”
(Lições Bíblicas, Jovens e Adultos, 2º Trimestre de 1997 - CPAD)
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CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

Por Unknown | 0 comentários
1 de outubro de 2015

E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores (Ef 4.11). 

O zelo pelas coisas de Deus deve ser calibrado pelo bom senso e, acima de tudo, por uma perfeita compreensão das Sagradas Escrituras.

Há os que afirmam que a Congregação Cristã no Brasil (CCB) é uma seita; outros, pelo contrário, recusam-se a admitir tal coisa: descrevem-na como um movimento infelicitado por alguns desvios doutrinários de caráter secundário.
Histórico - Luiz Francescon nasceu na Comarca de Udine, Itália, em 29 de março de 1866. Converteu-se em 1891, aos 25 anos de idade, quando já morava em Chicago, EUA. Em 1907, Francescon passou a frequentar a Missão Americana, onde se inteirou sobre a doutrina do batismo no Espírito Santo. Em 8 de março de 1910, Francescon e G. Lombardi partiram de Buenos Aires à cidade de São Paulo, onde, no bairro do Brás, começaram a pregar o Evangelho, vindo a fundar a Igreja Pentecostal Italiana - primeiro nome da Congregação Cristã no Brasil.
A maioria dos adeptos da CCB afirma que a salvação só é possível na sua igreja. A despeito desse perigoso sectarismo, devemos levar em conta o que diz a Bíblia. A Palavra de Deus garante que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 2.32; Rm 10.13). A salvação, portanto, está em Jesus (Jo 14.6; At 4.12) e não em organizações religiosas. Segundo os adeptos da CCB, o batismo só é válido se efetuado com esta fórmula: “Em nome do Senhor Jesus, eu te batizo em nome do Pai, do Filho do Espírito Santo”. Além disso, eles usam a passagem de At 2.38 para justificar a doutrina medieval de que as águas do batismo têm propriedades miraculosas para purificar pecados. Mas a salvação é pela graça (Ef 2.8,9). Ou seja: é um ato da graça de Deus (Tt 2.11). A regeneração é obra do Espírito Santo (Tt 3.5), enquanto que o batismo em água é o sinal de arrependimento.
Tendo em vista a sua estrutura, em algumas regiões do Brasil a CCB acha se completamente estagnada. Para seus adeptos, a Bíblia não tem a devida relevância. A vida deles é norteada pelo “iluminismo” e não pela Palavra de Deus. Vão ao culto para “buscar a palavra”, e não para aprender no templo (Sl 27.4). Suas bases teológicas são bastante precárias. Quanto aos cargos, estes são os principais: ancião, diácono e cooperador. A CCB é contra o cargo de pastor; mas pastores e evangelistas são dons ministeriais (Ef 4.11), designados para a liderança do rebanho de Deus. Seus adeptos criticam os dízimos, mas acabaram por estabelecer o próprio sistema de levantamento de recursos para a manutenção de suas atividades. O dízimo é um ensinamento que aparece em toda a Bíblia (Gn 14.20; Ml 3.10; Mt 23.23; Hb 7.5). A Bíblia deixa bem claro que os dízimos eram destinados aos levitas e sacerdotes (Nm 18.21-24; Hb 7.5), para que houvesse sempre mantimento na Casa de Deus (Ml 3.10). Os filhos de Levi e os ministros do altar, por sua vez, pagavam os dízimos recebidos (Nm 18.26).
Vejamos algumas práticas da CCB:
· Evangelização - Esquecendo-se dos que ainda não receberam a fé, dedicam-se a pregar aos crentes de outras denominações evangélicas. Mas, na sua condição de profeta, o ministério de Jesus baseava-se na trilogia: pregar, ensinar e curar (Mt 4.23, 9.35).
· Véu - A palavra grega para “véu” é “peribaion” e significa “jogar em volta”. Ela aparece apenas duas vezes no Novo Testamento grego (1 Co 11.15; Hb 1.15). Em 1 Co 11.1-16, Paulo trata da submissão da mulher ao marido. Como se vê, o que está em pauta é a submissão, e não o véu.
· Ósculo santo - Isto é uma questão cultural ainda hoje observada entre judeus, árabes e vários povos do leste europeu. Não é motivo, pois, para se fazer uma guerra em torno de assuntos que, rigorosamente falando, em nada contribuem para a nossa edificação em Cristo Jesus.

Os adeptos da CCB julgam-se espiritualmente superiores a todos os evangélicos. Quanto a nós, não nos cabe tratá-los como a inimigos, mas como a pessoas que precisam dos esclarecimentos necessários para compreender o verdadeiro sentido do Evangelho de Cristo. Evitemos, pois, contender com eles, pois a contenda não convém ao homem de Deus. Que o Senhor nos dê graça para preservar a sã doutrina.

Trechos extraídos da Lição 11 da revista “Seitas e Heresias - ‘Se alguém vos anunciar outro evangelho, seja anátema’”
(Lições Bíblicas, Jovens e Adultos, 2º Trimestre de 1997 - CPAD)
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IGREJA DA UNIFICAÇÃO

Por Unknown | 0 comentários
28 de setembro de 2015

“Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos” (Mc 13.22).

A Igreja da Unificação é uma seita de caráter oriental, antibíblica, mas que afirma possuir a verdade completa de Deus.

O fundador da Igreja da Unificação é o reverendo Moon. Seu nome completo é Yong Myung Moon, que significa “Dragão brilhante”. Em 1946, mudou seu nome para Sun Myung Moon, que significa “Sol e Lua brilhantes”. Nasceu em 1920, na Coréia do Norte. Seus pais converteram-se ao Cristianismo através da Igreja Presbiteriana, quando ele tinha 10 anos de idade. Moon afirma que teve uma visão aos 16 anos de idade. Ele relatou que Jesus teria lhe revelado que a obra da redenção ainda não estava completa, e que Moon seria o único capaz de completar a obra que o filho de Deus havia começado, e começou a reinterpretar a Bíblia. Em 1 de maio de 1954, fundou a Igreja da Unificação, conhecida também como Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial. No Ocidente: depois da expansão de sua Igreja no Oriente, ele veio ao Rio de Janeiro em 1965, quando deixou aqui um missionário. A seita se interessa especialmente por jovens da classe média. Como as demais utiliza o “terror psicológico” para manter seus adeptos.
O Jesus da Bíblia não é o mesmo de Moon. Moon afirma que Jesus é filho do sacerdote Zacarias, negando, assim, a concepção virginal de Cristo. Ele diz que Jesus foi enviado para completar a obra que Adão não conseguiu terminar: constituir uma grande família na Terra, centrada em Deus. Assim, afirma Moon, o segundo Adão, Cristo, deveria se casar e erguer uma grande família. Ele ensina que isso não aconteceu por causa da morte de Jesus no Calvário. Alega ainda que a morte do filho de Deus decorreu por causa da traição de João Batista e, por isso, o sacrifício de Jesus só pôde garantir uma parte da redenção. Mas a Bíblia afirma que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo no ventre da virgem Maria (Mt 1.18,20,25; Lc 1.24,35). A Bíblia mostra ainda claramente que Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores (Lc 19.10; 1 Tm 1.15) e não para suscitar família. E que sua morte foi para remissão dos pecados (Rm 3.21-26; 1 Co 15.1-4; Hb 5.9, 7.25). O moonismo nega a deidade absoluta de Jesus, como as demais seitas. A Bíblia, porém, afirma categoricamente que Jesus é o Deus verdadeiro (Is 9.6; Jr 23.5,6; Jo 1.1, 10.30; Rm 9.5; Cl 2.9; 1 Jo 5.20; Ap 1.8). A Igreja da Unificação nega a ressurreição física de Jesus. Moon ensina que Jesus ressuscitou apenas como espírito. A ressureição corporal de Jesus é a viga mestra e o pilar do Cristianismo. É um dos elementos básicos que distinguem o Cristianismo das outras religiões. O apóstolo Paulo assevera que negar essa verdade é continuar no mesmo estado de pecado e miséria, e que sem ela o Cristianismo não teria sentido (1 Co 15.17,18).
Mais doutrinas do reverendo Moon - O “Princípio Divino” é um livro básico do moonismo. Eles consideram sua autoridade acima da Bíblia. O conceito que eles possuem de Deus nada tem a ver com a Bíblia. Consideram a humanidade uma grande família. Como a família constitui-se de pai, mãe e filhos, Moon ensina que o pai é Deus e a mãe é o Espírito Santo. Essa ideia é também da Nova Era. Esta afirma que a Trindade consiste de inteligência, força e amor, representada como pai, mãe e filho. Não existe na Bíblia nada indicando que o Espírito Santo seja feminino. A palavra grega “pneuma”, usada amplamente no Novo Testamento para o “Espírito de Deus”, é substantivo neutro. A Igreja da Unificação ensina que a queda do homem ocorreu em duas etapas: espiritual e física. Espiritual: Eva cometeu adultério com Satanás, e dessa relação íntima nasceu Caim. Física: depois desse suposto adultério, Eva teve união física com Adão, resultando o nascimento de Abel. Assim, Moon associa o pecado ao ato sexual. Porém, a Bíblia refuta com clareza meridiana o fantasioso e maligno ensino de Moon: “E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu e teve a Caim” (Gn 4.1); “e teve mais a seu irmão Abel” (Gn 4.2). Assim, Caim e Abel são filhos de Adão e Eva. O pecado do primeiro casal foi a desobediência; eles comeram o fruto da árvore da ciência do bem e do mal, que não era para comer (Gn 2.16,17, 3.2,11).
Desde o judeu bar cochba, derrotado pelo imperador Adriano em 132 d.C., até Moon, muitos foram os falsos cristos que se levantaram ao longo da história do Cristianismo. O número deles é alarmante. Somente Jesus tem as credenciais do Messias. A vida e obra de Jesus ocorreram em cumprimento das Escrituras (Lc 24.44). Na transfiguração de Cristo, vieram pessoalmente Moisés e Elias, representantes da Lei e dos Profetas, respectivamente, para ratificar a messianidade de Jesus (Mt 17.3; Lc 9.30). O próprio Deus, desde os céus, testemunhou a respeito de seu Filho (Mt 3.17,18, 17.5; Lc 9.35). Seus ensinos e sinais miraculosos, acrescidos da sua ressurreição e ascensão ao céu, são as provas irrefutáveis de sua messianidade (Lc 24.19; Jo 10.31-33, At 10.38).
Jesus disse que o aparecimento de falsos cristos e profetas indicaria o fim dos tempos. A seita do reverendo Moon insere-se neste contexto. Os avisos solenes de Jesus são cada vez mais atuais (Mt 24.3-8; Lc 21.8). A Igreja, portanto, deve precaver-se contra esses líderes de seitas.

Trechos extraídos da Lição 10 da revista “Seitas e Heresias - ‘Se alguém vos anunciar outro evangelho, seja anátema’”
(Lições Bíblicas, Jovens e Adultos, 2º Trimestre de 1997 - CPAD)
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